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sexta-feira, 25 de maio de 2012

REFORMA E CONTRA REFORMA


Reforma e Contra-Reforma

No início do século XVI, a mudança na mentalidade das sociedades europeias repercutiu também no campo religioso. A Igreja, tão onipotente na Europa medieval, foi duramente criticada.

A instituição católica estava em descompasso com as transformações de seu tempo. Por exemplo, condenava o luxo excessivo e a usura.
Além disso, uma série de questões propriamente religiosas colocavam a Igreja como alvo da crítica da sociedade: a corrupção do alto clero, a ignorância religiosa dos padres comuns e os novos estudos teológicos.
As graves críticas a Igreja já não permitiam apenas consertar internamente a casa. As insatisfações acumulram-se de tal maneira que desencadearam um movimento de ruptura na unidade cristã: a Reforma Protestante.
Assim, a Reforma foi motivada por um complexo de causa que ultrapassaram os limites da mera contestação religiosa. Vejamos detalhadamente algumas dessas causas.
Novas interpretações da BíbliaCom a difusão da imprensa, aumentou o número de exemplares da Bíblia disponíveis aos estudiosos, e um clima de reflexão crítica e de inquietação espiritual espalhou-se entre os cristãos europeus. Surgia, assim, uma nova vontade individual de entender as verdades divinas, sem a intermediação dos padres.
Desse novo espírito de interiorização da religião, que levou ao livre exame das Escrituras,nasceram diferentes interpretações da doutrina cristã. Nesse sentido, podemos citar, por exemplo, uma corrente religiosa que, apoiada na obra de Santo Agostinho, afirmava que a salvação do homem seria alcançada somente pela fé. Essas ideias opunham-se à posição oficial da Igreja, baseada em Santo Tomás de Aquino, pela qual a salvação do homem era alcançada pela fé e pelas boas obras.
Corrupção do CleroAnalisando o comportamento do clero, diversos cristãos passaram a condenar energicamente os abusos e as corrupções. O alto clero de Roma estimulava negócios envolvendo religião, como, por exemplo, a simonia (venda de objetos sagrados) tais como espinhos falsos, que coroaram a fronte de Cristo, panos que teriam embebido o sangue de seu rosto, objetos pessoais dos santos, etc.
Além do comércio de relíquias sagradas, a Igreja passou a vender indulgências (o perdão dos pecados). Mediante certo pagamento destinado a financiar obras da Igreja, os fiéis poderiam "comprar" a sua salvação.
No plano moral, inúmeros membros da Igreja também eram objeto de críticas. Multiplicavam-se os casos de padres envolvidos em escândalos amorosos, de monges bêbados e de bispos que vendiam os sacramentos, acumulando riquezas pessoais.
Esse mau comportamento do clero representava sério problema ético-religioso, pois a Igreja dizia que os sacerdotes eram os intermediários entre os homens e Deus.
Nova ética religiosaA Igreja católica, durante o período medieval, condenava o lucro excessivo (a usura) e defendia o preço justo. Essa moral econômica entrava em choque com a ganância da burguesia. Grande número de comerciantes não se sentia à vontade para tirar o o lucro máximo nos negócios, pois temiam ir para o inferno.
Os defensores dos grandes lucros econômicos necessitavam de uma nova ética religiosa, adequada ao espírito capitalista comercial. Essa necessidade da burguesia foi atendida, em grande parte, pela ética protestante, que surgiu com a Reforma.
Sentimento nacionalistaCom o fortalecimento das monarquias nacionais, os reis passaram a encara a Igreja, que tinha sede em Roma e utilizava o latim, como entidade estrangeira que interferia em seus países. A Igreja, por seu lado, insistia em se apresentar como instituição universal que unia o mundo cristão.
Essa noção de universalidade, entretanto, perdia força à medida que crescia o sentimento nacionalista. Cada Estado, com sua língua, seu povo e suas tradições, estava mais interessado em afirmar as diferenças do que as semelhanças em relação a outros Estados. A Reforma Protestante correspondeu a esses interesses nacionalistas. A doutrina cristã dos reformadores, por exemplo, foi divulgada na língua nacional de cada país e não tem latim, o idioma oficial da Igreja católica.
Contra-ReformaA Reação católica contra o avanço protestante
Diante dos movimentos protestantes, a reação inicial e imediata da Igreja católica foi punir os rebeldes, na esperança de que as ideias reformistas não se propagassem e o mundo  cristão recuperasse a unidade perdida. Essa tática, entretanto, não obteve bons resultados. O movimento protestante avançou pela Europa, conquistando crescente número de seguidores.
Diante disso, ganhou força um amplo movimento de moralização do clero e dereorganização das estruturas administrativas da Igreja católica, que ficou conhecido comoReforma Católica ou Contra-Reforma. Seus principais líderes foram os papas Paulo III (1534-1549), Paulo IV (1555-1559), Pio V (1566-1572) e Xisto V (1585-1590)
Um conjunto de medidas forma adotadas pelos líders da Contra-Reforma, tendo em vista deter o avanço do protestantismo. Entre essas medidas, destacam-se a aprovação daordem dos jesuítas, a convocação do Concílio de Trento e o restabelecimento da Inquisição.
Ordem dos JesuítasNo ano de 1540, o papa Paulo III aprovou a criação da ordem dos jesuítas ou Companhia de Jesus, fundada pelo militar espanhol Inácio de Loyola, em 1534.
Inspirando-se na estrutura militar, os jesuítas consideravam-se os "soldados da Igreja", cuja missão era combater a expansão do protestantismo. O combate deveria ser travado com as armas do espírito, e para isso Inácio de Loyola escreveu um livro básico, Os Exércitos Espirituais, propondo a conversão das pessoas ao catolicismo, mediante técnicas de contemplação.
A criação de escolas religiosas também foi um dos instrumentos da estratégia dos jesuítas. Outra arma utilizada foi a catequese dos não-cristãos, com os jesuítas empenhando-se em converter ao catolicismo os povos dos continentes recém-descobertos. O Objetivo era expandir o domínio católico para os demais continentes.
Concílio de TrentoNo ano de 1545, o papa Paulo III convocou um concílio (reunião de bispos), cujas primeiras reuniões foram realizadas na cidade de Trento, na Itália. Ao final de longos anos de trabalho, terminados em 1563, o concílio apresentou um conjunto de decisões destinadas a garantir a unidade da fé católica e a disciplina eclesiástica.
Reagindo às ideias protestantes, o Concílio de Trento reafirmou diversos pontos da doutrina católica, como por exemplo:
I. a salvação humana: depende da fé e das boas obras humanas. Rejeita-se, portanto a doutrina da predestinação;
II. a fonte da fé: o dogma religioso tem como fonte a Bíblia (cabendo à Igreja dar-lhe a interpretação correta) e a tradição religiosa (conservada e transmitida pela igreja). O papa reafirmava sua posição de sucessor de Pedro, a quem Jesus Cristo confiou a construção de sua Igreja;
III. a missa e a presença de Cristo: a Igreja reafirmou que n ato da eucaristia ocorria a presença de Jesus no Pão e no Vinho. Essa presença real de Cristo era rejeitada pelos protestantes.
No ano de 1231, a Igreja católica havia criado os tribunais da Inquisição, que, com o tempo, reduziram suas atividades em diversos países. Entretanto, com o avanço do protestantismo, a Igreja reativou, em meados do século XVI, a Inquisição. Esta passou a se encarregar, por exemplo, de organizar uma lista de livros proibidos aos católicos, o Index librorum prohibitorum. Uma das primeiras relações de livros proibidos foi publicada em 1564.

O Concílio de Trento determinou, ainda, a elaboração de um catecismo com os pontos fundamentais da doutrina católica, a criação de seminários para a formação dos sacerdotes e manutenção dos celibatos sacerdotal.

domingo, 15 de abril de 2012

TEXTO COMPLEMENTAR - MUDANÇAS NA EUROPA

Com o crescimento comercial e a produção agrícola, a vida urbana na Europa teve seu revigoramento, por causa do melhora das técnicas utilizadas no campo. Isso reduziu a mão-de-obra necessária nos campos e muitas pessoas começaram a sair do campo para as cidades. Lá, essas pessoas passaram a dedicar-se ao comércio e ao artesanato.
Surgiram novas ocupações profissionais e uma nova forma de organização do trabalho e da produção. Os mestres de ofício eram os donos das oficinas e de todos os instrumentos, os aprendizes eram jovens livres que dependiam do mestre para trabalhar e aprender o ofício, os jornaleiros eram trabalhadores especializados que trabalhavam por jornada recebendo uma remuneração correspondente e a corporação de ofício era a associação que controlava a qualidade e o preço dos produtos.
As cidades eram chamadas de burgos, e com o crescimento das cidades e do comércio, surgiu uma nova camada social denominada burgueses.
Em 1076, Jerusalém foi tomada pelos turcos, e no ano de 1095 o papa Urbano II convocou os cristãos para reconquistá-la, fazendo a promessa de que teriam os seus pecados perdoados. Foram convocados os reis, os nobres e as pessoas do povo, e passaram a serem chamadas de Cruzados. Leia abaixo, um fragmento do apelo do papa Urbano II aos cristãos, em 1095, para participarem das Cruzadas:

“... Que os ódios desapareçam entre vós, que determinam vossas brigas que cessem as guerras e adormeçam as desavenças e controvérsias. Entrai no caminho que leva ao Santo Sepulcro, arrancai aquela terra da raça malvada para que ficou em vosso poder. É a terra na qual, disse a Escritura, escorre leite e mel (...) Jerusalém é o centro do mundo, sua terra é mais fértil do que as outras...”

As Cruzadas fracassaram, mas contribuíram para acelerar as mudanças que já estavam ocorrendo na Europa. Os principais fatores que as Cruzadas impulsionaram para essas mudanças foram o enfraquecimento do sistema feudal, o despovoamento de muitas terras do norte da Europa, a recuperação da importância que o Mar Mediterrâneo tinha antes e o aumento do comércio entre o Oriente e o Ocidente. O principal objetivo das Cruzadas era reconquistar a “Terra Santa” (Jerusalém), mas acabou se misturando a interesses econômicos e políticos.
As Cruzadas colaboraram para o empobrecimento da nobreza feudal; com a centralização política, os senhores feudais perderam seu poder administrativo das terras para o rei; o revigoramento do comércio e das cidades criou uma alternativa de sobrevivência para os servos. Todos esses fatos foram fundamentais para a formação para a formação dos Estados Europeus Modernos.
A formação dos Estados Nacionais Europeus, como Portugal, França e Inglaterra, tiveram suas características próprias:
• na França, a nobreza não queria a centralização política. Por isso, Felipe, o Belo criou um exército assalariado e passou a cobrar taxas sobre os bens da Igreja, e depois convocou uma assembléia composta pelo clero, pela nobreza e por representantes das cidades para comunicar as suas decisões. Essa assembléia ficou conhecida como estados Gerais;
• na Inglaterra, João Sem-Terra, sucessor de Ricardo Coração de Leão, enfrentou a oposição dos nobres por causa das pesadas taxas que pagavam para sustentar os gastos militares. Sofrendo pressão da nobreza, João Sem-Terra assinou em 1215, a Magna Carta, limitando o poder do rei. A assinatura da Magna Carta, pôs fim à longa disputa com Felipe Augusto sobre os feudos ingleses na França.
• em Portugal, em 1139 Afondo Henriques, filho de Henrique de Borgonha, rompeu com o reino de Castela e proclamou-se rei das terras que foram recebidas por seu pai.
Desde a queda do Império Romano, diversos padres da Igreja Católica tentavam colocar a razão a serviço da fé. Primeiro Santo Agostinho e depois Santo Tomás de Aquino, também acreditavam no poder de poder explicar Deus por meio da razão, e criaram a escolástica que era uma nova corrente filosófica que tentava harmonizar a fé a razão, ou seja, usar a filosofia para explicar as coisas de Deus.
A literatura medieval possuía temas dos mais variados. Existiam por exemplo, os romances de cavalaria, que enalteciam a figura feminina. As populações urbanas desprezavam esse tipo de literatura, e preferiam as sátiras das instituições feudais e valores eclesiásticos.
A peste negra foi uma doença do início do século XIV que dizimou grande parte da população da Ásia Central até a cidade de Constantinopla. Na Baixa Idade Média, a Europa passou também por uma grande crise na produção agrícola devido às más colheitas e esse fato colaborou para a propagação da peste negra, pois a epidemia encontrou a população desnutrida, sem anticorpos para a doença, e se espalhou rapidamente.
No século XIV, em que o feudalismo estava sendo superado, muitas família nobres perderam suas terras e se deslocaram para as cidades e as cortes reais. Como razões principais para a desestabilização do feudalismo, podemos citar as guerras, as más colheitas, a peste negra e as revoltas camponesas.

sábado, 14 de abril de 2012

TRABALHO DE HISTÓRIA 7º ANO

VAMOS FAZER UM CARTAZ SOBRE O DIA DO ÍNDIO
VALOR 20 PONTOS
ENTREGA: DIA 18/04
DEMONSTRE A IMPORTÂNCIA DA CULTURA  INDÍGENA
PARA O DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE ATUAL  


SE VOCÊ TIVER DÚVIDA SOBRE COMO FAZER UM CARTAZ
OLHE A POSTAGEM SOBRE COMO FAZER UM CARTAZ.


FAÇA UM CARTAZ BEM BONITO E COLORIDO!

domingo, 1 de abril de 2012

ATIVIDADE SOBRE OS ÁRABES


1)  A respeito do início das pregações de Maomé, não podemos afirmar:

a)  Segundo  a  tradição  muçulmana,  Maomé,  aos  40  anos,  teve  uma  série    de  visões  que  o convenceram de que era o profeta escolhido por Alá para anunciar uma  nova doutrina.
b)  No  decorrer  das  pregações  religiosas    de  Maomé,  os  antigos  sacerdotes    de  Meca  aderiram prontamente à nova doutrina.
c)  Um  dos  aspectos  mais  importantes  da  doutrina  muçulmana  é  a  submissão  total  do  homem  à  vontade de Alá
d)  A crença do islamismo na predestinação desencoraja o espírito de revolta social.

2)  Entende-se por Hégira:

a)  A parte central da Caaba de Meca.
b)  A Pedra Negra adorada pelos muçulmanos.
c)  A data de morte de Maomé.
d)  A data de fuga de Maomé para Medina (622), que marca o início do calendário muçulmano.

3)  Faça a correspondência:

a) Xiitas                b) Sunitas

(   ) Defendem que o chefe do Estado muçulmano deve reunir sólidas virtudes, mas não o consideram infalível. Aceitam ensinamentos além dos contidos no Alcorão.
(   ) Defendem que  a chefia do Estado muçulmano só pode ser ocupada por um descendente direto de Maomé, considerado infalível. Aceitam somente o Alcorão como fonte de ensinamentos.

4) Maomé criou para os árabes:

a)  Uma  nova  forma  de  organização  política,  que  se  utilizava  de  mecanismos  rudes  e  cruéis  no tratamento com os povos conquistados.
b) Um Estado muçulmano de caráter autocrático, que  se estruturou com as conquistas  realizadas na Inglaterra e Escócia.
c) Uma nova forma de organização política e social, cujos  laços de união baseavam-se na  identidade religiosa e não no parentesco.
d) Um Estado muçulmano cuja direção do Governo era exercida pelo condestável.

5) Para explicar a  rápida expansão muçulmana, ou do  Islão, há vários  fatores. Qual dos  tópicos a  seguir não é explicativo disso:

a)  O  crescimento  demográfico  da  população  árabe,  que  pressionava  o  povo  a  procurar  terras favoráveis à agricultura;
b) À fraqueza defensiva do Ocidente, devida à política de paz e tolerância da Igreja Católica;
c) No Ocidente a expansão árabe soube aproveitar as fraquezas dos Estados bárbaros descentralizados, que sucederam o Império Romano;
d) O estímulo muçulmano à Guerra Santa (Jihad), coordenado pelos califas, em nome da expansão da fé islâmica.

6)  Cite algumas contribuições culturais muçulmanas nos seguintes setores:

a)Medicina:______________________________________________________
b)Literatura:______________________________________________________
c)Matemática:___________________________________________________
d)Inventos  revolucionários,    que  chegaram    a  Europa    cristã:
___________________________________________________________

7)  Cite os cinco princípios básicos da religião muçulmana.

BRINCADEIRAS INDIGENAS

BRINCADEIRA DE CRIANÇA




Pois bem, você sabia que algumas brincadeiras infantis que até hoje divertem a galera fazem parte da história do período colonial brasileiro? Isto mesmo! A peteca, por exemplo, vem de um brincadeira que os indígenas brasileiros faziam: a PeŽteka (que quer dizer bater). Era uma trouxinha de folhas cheia de pedrinhas amarradas a uma espiga de milho. Os portugueses adoraram e faziam até campeonato!

Bons tempos em que as crianças produziam seus próprios brinquedos e podiam usar melhor a imaginação para se divertir. O mundo atual é cheio das tecnologias...também é muito legal, com certeza, não estou querendo desmerecer. Mas bem que a gente podia misturar um pouco a industrialização e a tecnologia com nossa imaginação infantil. O que acham? Que tal tentarmos fazer uma PeŽteka? Tente fazer com sua família em casa. Será um bom divertimento. Olhe bem a imagem! Não deve ser difícil. Anote aí o material:

Pedrinhas pequenas

Folhas de milho

Espiga de milho seca

Penas

barbante
Quer ler mais sobre as brincadeiras e suas origens? Acesse os links
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwfMz2e8c5QpSD6GyzuzeuyldWEku_1DS2v8YtWwXCvfq25xFVzE1UQ9sXr9pwpKWCW1lUcOTvucuuqB-UAK1yGIsLpQVS4dPHgw5Q4VaRfvKISVHOggnBF-n51aqa2bP4vIchF2Vodv8/s1600/peteca+do+seu+toninho.jpg&imgrefurl=http://educaremcontexto.blogspot.com/2011/04/brinquedos-e-brincadeiras-indigenas.html&usg=__QA19PlktRtr6ZyLeBPp3wdyma_4=&h=400&w=300&sz=30&hl=pt-BR&start=2&sig2=nSY_Uk_9vKcphToE3EDQCA&zoom=1&tbnid=gAKkktJ5TTW63M:&tbnh=124&tbnw=93&ei=nW7NTqHXLOPo0QH0t6U7&prev=/search%3Fq%3DPe%25C5%25BDteka%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26rlz%3D1T4ADFA_pt-BRBR401BR402%26tbm%3Disch&um=1&itbs=1

A INFLUÊNCIA SÍRIO LIBANESA NO DESENVOLVIMENTO DE ANÁPOLIS


Colônia Síria Libanesa: contribuições históricas
Letícia Jury

Quando Joaquim Éster, em 1903, chegou em Anápolis, mal poderia imaginar as valiosas contribuições que a Colônia Sírio Libanesa iria promover no município. Nem mesmo qualquer um dos pioneiros, Elias José Isaac, Antônio Jorge Sahium, Pedro Cury, Miguel João, Abrão Jorge Asmar, Antônio Miguel e Jorge Michel, imaginavam a importância de suas idéias, e do seu trabalho, para o desenvolvimento da cidade.
Os sírios libaneses tiveram, e têm ainda hoje, influência direta e indireta na economia, política, esporte, lazer, dentre outros aspectos da vida social anapolina. O prefeito municipal, Pedro Sahium, é uma referência a ser citada, bem assim como o idealizador do Distrito Agroindustrial de Anápolis, conhecido como o “pai do Daia”, o comerciante Sultan Falluh, e um dos maiores empresários do Estado, Mounir Naoun.
De acordo com os registros históricos, no campo esportivo, entre ex-presidentes e colaboradores do Anápolis Futebol Clube, Karim Abrahão, Nassin Farah, Ricardo Naben, Rachid Cury, José Miguel Hajjar, Samir Hajjar e Hado Hajjar tiveram papel fundamental. Na Associação Atlética Anapolina Wahib Aidar, Fued Bittar, Elias Hana, Camilo El Base são nomes de destaque.
Doações – Embora haja controvérsias, o terreno onde foi construída a sede do Clube Recreativo Anapolino, em frente à praça Bom Jesus, foi doado por Jad Salomão. Neste mesmo clube, os jovens árabes foram por diversas ocasiões homenageados. Relata Haydee Jayme, em ‘Anápolis, Sua Vida, Seu Povo, que no dia 21 de abril de 1951, o CRA ofereceu um baile em homenagem “aos talentosos e esforçados jovens anapolinos, que há pouco colaram grau em várias e renomadas academias de ensino superior do país”. Dentre eles: “Amin Antônio, Calixto A Miguel, Paulo Falluh, Calil Dib”. Foram presidentes do clube, Mounir Naoun, Ibrahin Hajjar, Jamil Abrão e João Abrão. 
Os imigrantes também participaram da fundação e contribuíram como diretores de clubes sociais sem personalidade jurídica, como a Juventude Atlética Feminina, fundada em 1943, por Francisca Miguel, chamada de Chiquinha, que enquanto aqui residiu, sempre foi à mola propulsora do progresso, tanto nos setores educacional, recreativo, esportivo, bailes, campanhas filantrópicas e outros. 
Eles participaram também da formação do ‘Clube dos Vinte e Seis’ e da ‘Turma de Amigos Unidos’. No dia 20 de dezembro de 1931, eles decidiram formar um núcleo, para a defesa da Colônia, com a denominação de ‘União Síria’, que muito viria contribuir para o congraçamento da volumosa classe aqui residente, formada, em sua maioria, de comerciantes.
Acia - Na década de 30, quando a Associação Comercial de Anápolis, que mais tarde iria agregar a Indústria, foi fundada, os sírios libaneses participaram ativamente dos seus quadros, tendo como presidentes Sultan Falluh, Alex Salomão, Ruy Abdala e Mounir Naoun. 
Em julho de 1946, por iniciativa do Cônego João Olimpio Pitaluga e do Frei Conall foi fundado o ‘Circulo Operário de Anápolis’, destinado a amparar e congregar, sob todos os pontos de vista, pessoas de ambos os sexos e pertencentes a todas as classes trabalhadoras. Na sua primeira diretoria, um representante da colônia, como vice-presidente, João Asmar.
Da mesma forma, havia como representantes da Colônia no Lions Clube de Anápolis fundado no dia 10 de março de 1957, José Abdala e Gibran El Hajje. Na ata de fundação da primeira loja Maçônica de Anápolis, publicado no livro ‘Anápolis, sua vida, seu povo’, há nomes de sírios libaneses, como de Jad Salomão, como seu primeiro venerável, que é o cargo máximo da entidade. 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

FEUDO - 7º ANO


As terras de um feudo era organizada da seguinte forma.


· Manso senhorial – Representava cerca de um terço da área total e nela os servos e vilões trabalhavam alguns dias por semana. Toda produção obtida nessa parte da propriedade pertencia ao senhor feudal.


· Manso servil – Área destinada ao usufruto dos servos. Parte do que era produzido ali era entregue como pagamento ao senhor feudal.


· Terras comunais – Era a parte do feudo usada em comum pelos servos e pelos senhores. Destinava-se à pastagem do gado, à extração de madeira e à caça, direito exclusivo dos senhores.


 Abaixo o feudo e sua organização.







quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ATIVIDADE N.3 7º ANO




1- EM QUE SÉCULO OS FRANCOS ATRAVESSARAM O RENO EM DIREÇÃO À GÁLIA?

2- CITE OS NOMES DAS 4 GÁLIAS.

3- QUEM FOI O PRIMEIRO REI DA DINASTIA MEROVÍNGIA? E POR QUE RECEBEU ESSE NOME?

4- QUAIS FORAM OS NOMES DOS POVOS QUE O REI CLÓVIS CONQUISTOU TERRAS?

5- POR QUE OS SUCESSORES DE CLÓVIS ERAM CHAMADOS DE REIS INDOLENTES?

6- COMO SE CHAMAVAM OS CARGOS CRIADOS PELOS REIS INDOLENTES?

7- QUEM FOI O 1º REI DA DINASTIA CAROLÍNGIA?

8- FAÇA UMA LINHA DO TEMPO COM AS DATAS IMPORTANTES DO REINADO DE CARLOS MAGNO.

9- QUAIS AS FUNÇÕES DOS:
A) MARQUESES
B) DUQUES
C) CONDES

10- QUAL ERA A FUNÇÃO DOS MONGES COPISTAS?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012

ATIVIDADE DO 7º ANO




Preencha a cruzadinha
1- Bando de guerreiros comandado por um chefe, ao qual eram prestados juramentos sde fidelidade.
2- Povo que atravessou o rio Reno e se estabeleceu na Gália.
3- Nome da dinastia iniciada por Clóvis
4-  Fundador  da dinastia merovíngia
5- Povo que se estabeleceu na itália central e ameaçava assaltar a sede do papado
6- Conjunto de reis pertencentes a uma mesma família
7- Nome dado às terras doadas para a igreja Católica por Pepino, o Breve
8- Administravam as marcas
9- Região habitada pelos gauleses, anexada pelo império Romano e, mais tarde, conquistada pelos francos.
10- Movimento  cultural ocorrido na época de Carlos Magno.
11- Copiavam  textos antigos gregos e romanos.